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Podemos publicar em livro um artigo que já foi publicado em Anais de eventos científicos?

Podemos publicar em livro um artigo que já foi publicado em Anais de eventos científicos?

Para responder a essa pergunta, podemos nos remeter a um trecho do editorial da Revista RAC. Tal trecho está reproduzido abaixo:

 

“Apresentar um mesmo trabalho em mais de um encontro científico é possível? Submeter à publicação em periódico um trabalho publicado em anais é válido? Publicar como capítulo de livro um artigo publicado em periódico é permitido? Submeter um artigo para publicação em dois periódicos ao mesmo tempo é proibido? Essas e outras questões estão relacionadas com a ética do trabalho do cientista e fazem parte do dia-a-dia de editores de um periódico como a RAC. De modo a contribuir para esclarecer até onde o autor de um artigo pode ou não pode ir nessa trajetória, gostaria de discutir e colocar a posição desta Revista sobre essas questões, que exige ineditismo no material que publica.

Embora os organizadores da maioria dos encontros científicos estipulem a necessidade de que o texto não tenha sido publicado anteriormente, há um consenso na comunidade científica de que apresentar um mesmo trabalho em dois ou mais encontros, desde que estes sejam realizados em diferentes países, é uma prática permitida. Pode-se dizer, inclusive, que esta seria uma prática recomendável. Isso porque a apresentação de um trabalho em um encontro tem a finalidade de promover a interlocução entre pares, isto é, o autor submete um texto provisório à análise crítica de uma audiência especializada, com a finalidade de trocar experiências e receber críticas e sugestões de melhoria ao seu trabalho. Nesse sentido, a apresentação de um texto em dois ou mais encontros, realizados em distintos países, promovem a interlocução do seu autor com diferentes públicos, contribuindo para melhorar a qualidade do trabalho e, assim, com o produto do trabalho do cientista. Aliás, o percurso natural de um texto científico de boa qualidade é ser publicado em anais de encontro(s) e, na seqüência, em um periódico, e ainda transformar-se em capítulo de livro. Esse percurso não implica em conduta ética inadequada do autor, desde que respeitadas as regras do periódico e da Editora do livro, relacionadas com direitos autorais.

Falta responder a última pergunta: é permitido submeter um mesmo artigo a dois periódicos ao mesmo tempo? A resposta é absolutamente não, mesmo que a submissão dupla tenha sido realizada com a intenção de “ver quem responde primeiro”. Essa prática, que se configura em conduta ética inadequada, felizmente não tem sido uma prática comum na comunidade científica de Administração do Brasil, embora alguns casos tenham sido identificados.”

 

 

Tomás de Aquino Guimarães
Editor da Revista RAC

Trecho reproduzido do Editorial da Revista de Administração Contemporânea (RAC) vol 8. nº 4 – Curitiba Out/Dez 2004

http://dx.doi.org/10.1590/S1415-65552004000400001

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Pesquisa realizada pela CONAJE revela que apesar de estarem pessimistas, os jovens empreendedores desejam investir em um novo segmento de negócio

Sexo masculino, idade entre 26 e 30 anos, ensino superior completo, micro empresário, com apenas uma empresa no nome e faturamento anual de R$ 60 mil a R$ 360 mil, além de vontade de investir em um novo segmento de negócio. Essas características definem o perfil do jovem empreendedor brasileiro, segundo pesquisa realizada em 2015 e divulgada neste ano pela Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje), em parceria com a Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Desenvolvida em 26 estados e no Distrito Federal – por meio de questionário online e participação de mais de 5 mil jovens, com idade entre 18 e 39 anos, e margem de erro de 5% e intervalo de confiança de 95% -, a pesquisa revelou que 25% dos jovens empresários investiram em uma empresa por identificação de oportunidade de negócio, 57% participam de alguma entidade representativa do jovem empreendedor, 62,8% utilizam sites e redes sociais como principais formas de conexão com o mundo dos negócios, 70% possuem até nove funcionários, 58% afirmam que a carga tributária elevada é o principal desafio externo de quem empreende e 54% estão pessimistas em relação ao cenário político no País.

Segundo o presidente da Conaje, Fernando Milagre, esta é a segunda edição do estudo, que será desenvolvido a cada dois anos. “A proposta é identificar qual é a realidade do jovem empreendedor brasileiro e permitir, com base nos resultados, que instituições, como a Conaje, possam realizar ações e projetos, além de cobrar políticas públicas para o jovem empresário no País”.

De acordo com o coordenador da pesquisa ‘Perfil do Jovem Empreendedor Brasileiro’, Fernando Grisi, se comparado aos resultados alcançados na primeira edição da pesquisa, divulgada em 2014, os dados revelados nesta edição apresentaram pequenas variações e trazem comparações interessantes com a anterior, além de demonstrar avanços dos jovens empreendedores, mesmo com o cenário incerto no País em 2015. Um exemplo é em relação ao faturamento anual. “A grande maioria dos jovens ainda possui renda de até R$ 360 mil ao ano, totalizando 59%. Mas se compararmos com os dados da pesquisa de 2014, podemos observar um aumento dos jovens que faturam mais do que R$ 360 mil ao ano, demonstrando que se faz necessário o investimento de políticas públicas para que o jovem tenha o interesse de empreender e gerar, assim, mais renda ao Brasil”.

Estabilidade, dificuldades e investimentos
A pesquisa mostrou que as empresas dos empreendedores jovens estão se tornando mais estáveis e duradouras, já que 49% dos entrevistados possuem cinco anos ou mais de negócio. “Este dado corrobora ao aumento do faturamento, pois quanto mais estabelecida está a empresa, melhor será o retorno”, afirma Grisi. Esses mesmos jovens acreditam que o que determina sucesso a uma empresa é oferecer um produto/serviço diferenciado (48%), enquanto ter uma equipe capacitada (24%) ocupa a segunda posição.

Em relação à capacitação, o estudo revelou que os jovens empreendedores possuem bom nível de escolaridade, demonstrado pelos indicadores de ensino superior e pós-graduação (42% e 39%, respectivamente). “Na correlação desses dados, percebe-se que os jovens colocam a preparação como fator importante na decisão de empreender, por isso amadurecem suas ideias de negócio enquanto se preparam para decidir empreender ao término da graduação ou pós-graduação. Por isso a faixa etária de 26 a 30 anos é a que mais empreende entre os jovens, e consequentemente é o perfil correspondente a quem já conseguiu conquistar uma renda mediana”, afirma a diretora de Projetos da Conaje, Ananda Carvalho.

Por meio da pesquisa foi possível identificar também que a maioria dos jovens empreendedores não fez investimentos para a capitalização de suas empresas (60%). De acordo com Fernando Grisi, este fato pode ser explicado pela maioria das empresas ser do ramo de ‘serviços’, as quais necessitam de menor capital de investimento e, assim, os jovens conseguem driblar a grande barreira para empreender. Dentre os 40% dos jovens que buscaram capitalização para a empresa, a alternativa financiamento bancário ficou em primeiro lugar (54%), enquanto o apoio de família e/ou amigos em segundo (39%).

Realizada em um ano de incertezas nos meios político e econômico, o estudo trouxe importantes resultados em relação à percepção do jovem empreendedor para o Brasil e de como empreender no País. A maioria dos participantes revelou que está pessimista sobre o cenário político-econômico brasileiro (54%) e citou a elevada carga tributária (58%), burocracia (23%) e legislação (8%) como principais desafios externos à atividade.

Percepções
Segundo Ananda Carvalho, os resultados alcançados com o estudo permitiram identificar pontos que precisam de respostas e mesmo de incentivos para uma mudança de postura ou evolução. É o caso do quantitativo de jovens mulheres que empreendem no Brasil (29%), bem abaixo do percentual masculino (71%). De acordo com ela, é necessário entender se faltam oportunidades para que esse público possa investir no próprio negócio e como criar mecanismos, ferramentas, projetos e ações para ampliar o número de mulheres jovens empreendedoras.

O mesmo se aplica quando é conhecimento para empreender. Os dados mostram que 86% relataram que não se prepararam para empreender e que 23% não buscaram nenhum apoio para a abertura ou crescimento da empresa. “Estes indicativos trazem, em contrapartida, a reflexão de que há uma eminente necessidade que o país invista em políticas públicas que incentivem o empreendedorismo e o primeiro negócio entre os jovens, como alternativa de geração do autoemprego e renda, sobretudo em tempos de crise onde os índices de desemprego aumentam e a perspectiva do jovem se torna limitada no mercado de trabalho”, relata.

Ananda reforça que essa percepção já é conhecida pela Conaje – que inclusive reúne jovens empresários que também passaram por dificuldades ou falta de conhecimento para iniciar um negócio -, tanto que a instituição tem desenvolvido projetos como Minha Primeira Empresa, Conaje Capacita, Conaje Agro, além de eventos como Congresso Nacional de Jovens Empreendedores, exatamente para auxiliar quem quer empreender no Brasil. “A Conaje lidera o Programa Minha Primeira Empresa, implantado em Goiás e Piauí, e que reúne em um só lugar capacitação, crédito orientado e acompanhamento das empresas abertas. O programa já atendeu mais de 4 mil jovens que desejavam abrir seus primeiros negócios, abrindo mais de 300 empresas no país”, enfatiza.

A diretora acrescenta que é economicamente indiscutível a importância dos jovens empreendedores no País, onde a grande maioria das empresas (70%) responde por empregar até 9 funcionários e 21% delas por empregar de 10 a 49 funcionários. “Estes dados demonstram um importante setor de investimentos para a geração de emprego e renda para a população. O incentivo ao empreendedorismo jovem, iniciando na educação de base como preparatório para o empreender, se mostra portanto como uma estratégia econômica viável e indispensável ao país. Políticas públicas de incentivo ao primeiro negócio, que desoneram o jovem empreendedor durante seu primeiro ano de empreendimento,por exemplo, são estratégias que, se tomadas anteriormente, poderiam ter sido uma saída salutar para os jovens recém formados ou em graduação que sofrem com a crise do desemprego”, finaliza.

MAIS RESULTADOS
PERFIL DO JOVEM EMPREENDEDOR BRASILEIRO
• 71% do sexo masculino e 29% do sexo feminino;
• 35% com idade entre 26 e 30 anos, 28% de 31 a 35 anos e 18% de 21 a 25 anos;
• 32% com renda familiar de 6 a 10 salários mínimos, 22% de 3 a 5 salários mínimos e 21% de 11 a 19 salários mínimos;
• 42% com ensino superior, 39% pós-graduação e 12% com ensino médio;
• 25% decidiram serem empresários por identificar oportunidade de negócio, 25% sempre quiseram ser empreendedores e 18% por querer mais independência;
• 86% não se prepararam para empreender;
• 62,8% utilizam sites e redes sociais para se informar sobre empreendedorismo, 57,5% também participam de eventos e 53,9% conciliam em atividades de movimentos de jovens empreendedores;
• 57% participam de entidades representativas de jovens empreendedores, sendo 51% em Associações de Jovens Empreendedores (AJEs), 22% em movimento jovem do comércio;
• 51% participam de entidades representativas por causa da rede de contatos, 17% devido à geração de novos negócios, 17% para discussão de pautas e 15% para capacitação;
• 63% possuem apenas uma empresa, 25% têm duas, 7% três empresas, 3% mais de quatro e 2% possuem quatro;
• 51% dos jovens empreendedores possuem micro empresa, 20% empresa de pequeno porte, 18% são MEI, 9% com média empresa e 1% com grande;
• 70% possuem até nove funcionários, 21% de 10 a 49 funcionários, 5% mais de 100 funcionários e 4% de 50 a 99 funcionários;
• 31% conseguem faturamento de R$ 60 e R$ 360 mil, 29% até R$ 60 mil, 29% entre R$ 360 mil a 3,6 milhões, e 10% entre R$ 3,6 milhões e R$ 48 milhões;
• 49% possuem cinco ou mais anos de empresa, 20% um ano, 13% dois anos, 11% três anos e 8% quatro anos;
• 52% desejam abrir um novo negócio em um segmento diferente, 25% no mesmo segmento e 23% não pretendem abrir nova empresa;
• 66% não possuem empresa familiar e 34% sim;
• 54% conseguiram investimento por meio de financiamento bancário, 39% através de família e/ou amigos, 5% investimento-anjo e 2% por fundos de capital de risco;
• 27% buscaram apoio do Sebrae para abertura ou crescimento da empresa, 23% nenhum apoio, 23% internet, 17% consultoria, 6% Universidades e 4% por incubadoras;
• 30% possuem dificuldades de gestão financeira, 27% de gestão de pessoas, 25% no planejamento, 12% no marketing e 5% outros;
• 58% listam a cara tributária elevada como principal desafio externo, 23% a burocracia, 8% a legislação, 6% a logística e 5% outros;

 

Confira a pesquisa completa neste Relatório da 2ª edição da pesquisa.

 

Fonte: CONAJE

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Enade 2017 – Mais de 78% dos inscritos já preencheram o questionário

A cinco dias da aplicação do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2017, 78,4% dos inscritos já preencheram o questionário do estudante. Este é um requisito para acesso ao cartão de confirmação da inscrição, documento com informações sobre o local de prova, horários e atendimentos especiais aprovados, no caso de quem solicitou. As provas do Enade serão aplicadas neste domingo, 26, às 13h30 (horário de Brasília), para 537.260 concluintes da educação superior.

O preenchimento do questionário do estudante e a participação no exame são condições para a obtenção de regularidade no Enade, o que permitirá a colação de grau do estudante concluinte. A novidade é que, a partir desta edição, o questionário só pode ser preenchido até a data da aplicação da prova. O prazo não será prorrogado. O formulário está disponível no Sistema Enade e, para acessá-lo, é preciso fornecer CPF e senha cadastrada no ato do preenchimento do cadastro do estudante.

Nesta edição, o exame vai avaliar os estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel nas áreas de: arquitetura e urbanismo, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia de alimentos, engenharia de computação, engenharia de controle e automação, engenharia de produção, engenharia elétrica, engenharia florestal, engenharia mecânica, engenharia química, engenharia e sistemas de informação; dos que conferem diploma de bacharel e licenciatura nas áreas de ciência da computação, ciências biológicas, ciências sociais, filosofia, física, geografia, história, letras-português, matemática e química; e dos cursos que conferem diploma de licenciatura nas áreas de artes.

Acesse o Sistema Enade, no portal do Inep.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

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Reunião aborda estratégias de excelência para universidades

Publicado: Sexta, 17 Novembro 2017 12:09 | Última Atualização: Sexta, 17 Novembro 2017 12:09

Dando continuidade às discussões para implementação de ações de internacionalização nas universidades brasileiras, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) recebeu nesta quinta-feira, 16, representantes da Fundação Alemã de Pesquisa Científica (DFG) para a reunião “Estratégia de Excelência das Universidades Brasileiras e a Iniciativa da Excelência Alemã: Diálogos e Perspectivas”. “Estamos trabalhando na questão da internacionalização. Já aplicamos questionário nas instituições de ensino superior brasileiras para termos uma ideia de onde devemos ser mais proativos. Se queremos ser competitivos, temos que mudar de patamar. Não é que nossa pesquisa esteja caindo de qualidade, mas estamos ficando para trás, pois os outros países estão desenvolvendo muito rápido. Para isso, precisamos de iniciativas de excelência, com inserção internacional, e investimento em ciência e tecnologia”, explicou Concepta McManus, diretora de Relações Internacionais da CAPES.

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Diretora de Relações Internacionais da CAPES relacionou as necessidades iniciais do Brasil para uma estratégia de excelência (Foto: Haydée Vieira – CCS/CAPES)

Excelência
Após a apresentação dos representantes do DFG, Klaus Wehrberger e Oliver Wiegner, que relataram sobre o histórico e resultados da Iniciativa de Excelência na Alemanha, a diretora da CAPES relacionou as necessidades iniciais do Brasil para uma estratégia de excelência: transformação das universidades e produção de conhecimento relevante e considerado em termos internacionais. “63% dos pesquisadores brasileiros nunca saíram do país para fazer pesquisa. Precisamos abrir nossa ciência para o mundo. Já analisamos e vimos que sozinha nossa pesquisa tem baixo impacto, mas, em colaboração com outros países, o impacto aumenta muito. Isso também acontece quando a pesquisa é realizada em colaboração com empresas.”

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O presidente da CAPES abordou a importância de uma verba não contingenciável e a longo prazo para execução de projetos de excelência (Foto: Haydée Vieira – CCS/CAPES)

Algumas propostas sugeridas para que o objetivo seja alcançado é a modernização da gestão de pesquisa nas universidades; a disponibilização de um financiamento contínuo, a longo prazo e não contingenciável, que não cause prejuízo aos programas já existentes; e o desenvolvimento de projetos com abrangência a todas as áreas do conhecimento, tendo como diretriz sempre o mérito. “Projetos de excelência internacionais são caros e desenvolvidos a longo prazo. Se conseguirmos recursos fora do orçamento público, será possível, além de prever a estes projetos uma verba não contingenciável, a reorganização do orçamento das agências para outros programas estratégicos no Brasil”, disse o presidente da CAPES, Abílio Baeta Neves.

CAPES/PrInt
Durante o encontro, também foi abordado o Programa CAPES/PrInt, lançado no dia 3 de novembro. O edital, com inscrições abertas até 18 de abril de 2018, disponibilizará R$ 300 milhões anuais para apoio a Projetos Institucionais de Internacionalização. Os projetos selecionados receberão recursos para missões de trabalho no exterior, bolsas no país e no exterior e outras ações de custeio devidamente aprovadas pela CAPES.

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O encontro reuniu representantes brasileiros e alemães para discussão de estratégias de excelência (Foto: Haydée Vieira – CCS/CAPES)

Também participaram do seminário o adido científico da Embaixada da Alemanha em Brasília, Thomas Schröder, e a diretora do escritório da DFG para a América Latina, Kathrin Winkler.

Leia mais sobre o assunto:
Programa disponibiliza R$ 300 milhões para projetos de internacionalização

Internacionalização do ensino superior precisa avançar, sugere estudo da CAPES

(Natália Morato – Brasília – CCS/CAPES)

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