PARTE I
ESCOLA, DISCIPLINA E SILENCIAMENTO
Capítulo 1: A escola moderna e o controle dos corpos
1.1. A disciplina como tecnologia de poder
1.2. Vigilância, normalização e comportamento escolar
1.3. A infância sob controle institucional
Capítulo 2: Juventude, cotidiano escolar e resistência
2.1. A escola como espaço de tensões
2.2. Silenciamento estudantil e invisibilidade juvenil
2.3. Resistência cotidiana e microtransgressões
PARTE II
MUROS, ESCRITAS E LINGUAGENS DA TRANSGRESSÃO
Capítulo 3: A história social das inscrições nos muros
3.1. Das cavernas às cidades contemporâneas
3.2. Escritas urbanas e memória coletiva
3.3. Pichação, grafite e cultura visual
Capítulo 4: Entre vandalismo e arte: disputas de sentido
4.1. A criminalização da pichação
4.2. O grafite como arte legitimada
4.3. Estética, marginalidade e reconhecimento cultural
Capítulo 5: Pichação como linguagem política
5.1. Comunicação marginal e folkcomunicação
5.2. O anonimato como forma de resistência
5.3. Paredes como territórios simbólicos
PARTE III
A ESCOLA PICHADA
Capítulo 6: O cotidiano visual da escola pesquisada
6.1. Os espaços da escola
6.2. As marcas deixadas pelos estudantes
6.3. A escola como superfície simbólica
Capítulo 7: Palavras, frases e afetos nas pichações escolares
7.1. Escritas do desejo
7.2. Marcas de solidão e revolta
7.3. Humor, pertencimento e identidade juvenil
Capítulo 8: Quando a pichação se aproxima da arte
8.1. Poética da escrita marginal
8.2. Sensibilidade estética e criação estudantil
8.3. Arte, autoria e invisibilidade
PARTE IV
EDUCAÇÃO, ESCUTA E EXPERIÊNCIA ESTÉTICA
Capítulo 9: O que a escola não consegue escutar
9.1. As pichações como denúncia silenciosa
9.2. Relações escolares e produção do conflito
9.3. A escola diante da diferença
Capítulo 10: Para além da punição
10.1. Educação estética e diálogo
10.2. A leitura pedagógica das pichações
10.3. Possibilidades educativas para além da repressão




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